quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Estamos sofrendo um golpe!

Não aceitaremos fraudes em nossa escola!

Dia 04 tem eleição! Sim, eleição para o congresso da UBES (união brasileira dos estudantes secundaristas) a representação máxima dos estudantes de ensino médio no Brasil, onde será eleita a nova direção para a entidade.
É provável que a maior parte da escola não saiba o que é a UBES, já que a muitos e muitos anos ela esta fora de nossas escolas. Essa entidade foi responsável por muitas conquistas par a juventude e para o Brasil.
O problema é que hoje a UBES é um braço do Governo Dilma, apoiando todas as suas medidas, ainda que isso signifique abrir mão de direitos históricos dos estudantes, como a meia-entrada!

É isso mesmo, a UBES, dirigida a mais de 20 anos pela UJS (união da juventude socialista) para defender os projetos de Dilma com a copa e ao enriquecimento dos empresários, apoio o estatuto da juventude que dentre tantas coisas determina que só teremos direito a 40% das bilheterias (de cinema e teatro por exemplo) para comprar ingressos a meia entrada! A UBES deveria assegurar nossos direitos e não negociá-los a troco de cargos no governo e privilégios! Por isso somos Oposição a direção da UBES e acreditamos na necessidade de organizar os estudantes em cada escola para disputarem uma nova direção para o movimento estudantil, que seja independente dos governos e das diretorias.


Estão nos dando um golpe!

A UJS inscreveu a Renê no processo eleitoral por meio de um grêmio falso, sem editais de eleições e passagem em sala para avisar os estudantes sobre o processo eleitoral.
Devido a inexistência de ponto fixo que seja referencia para os estudantes, para se realizar a inscrição de chapa, acordamos com o coletivo que mandaríamos os documentos de nossa chapa via email. Contudo, Habner do 3° matutino, militante da ujs e responsável pela inscrição do Grêmio FALSO nos mandou um email dizendo que não aceitaria nossa chapa. Alem de tudo, mudaram o dia da eleição, que seria 27/09, e mantiveram a data de inscrição de chapas, ou seja MAIS DE 40 ESTUDANTES FORAM E CONTINUAM IMPEDIDOS DE PARTICIPAR DA ELEIÇÃO.
Portanto chamamos vocês a não votarem nesse processo, cheio de fraudes, e construir uma nova eleição onde todos os estudantes possam participar!
Contato: Janaina 92074333 Gabriela:91611676 Jennefer: 91841824

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Nota de Ruptura do Coletivo Vamos à Luta com a Chapa 2 - Ousadia para Eleições do Da FAFICH - UFMG

Juntamente com estudantes independentes e da ANEL/PSTU, o Coletivo Vamos à Luta iniciou a construção de uma chapa unitária de esquerda para concorrer as eleições do Diretório Acadêmico da FAFICH na UFMG. Nossa intenção era construir um Diretório Acadêmico que estivesse a serviço da organização e mobilização dos estudantes, com uma estrutura radicalmente democrática, com um perfil de combate e de oposição frontal a Reitoria, a Diretoria da FAFICH e ao DCE governista. Em sintese, um DAFAFICH que estivesse em sintonia com o espírito das jornadas de junho.

Ao passo que a campanha se desenhava os militantes da ANEL passaram a tentar impor e definir toda a política de construção da chapa, desde o nome até a "linha" do discurso na passagem em sala, fato que não refletia a realidade de uma chapa plural formada majoritariamente por estudantes independentes, nem muito menos um processo de construção democrático com esforço de todas as partes (principalmente das forças políticas) para garantir a unidade, uma vez que eramos a única chapa de esquerda, as outras são ligadas ao PT, Consulta Popular e PSDB, ou seja, existia a necessidade de um consenso político para derrotar a direita e o governismo. A democracia nada tem a ver com manobras de uma força política para impor sua vontade a outras correntes e aos próprios estudantes.

Os companheiros da ANEL construíram o material da chapa, sem fazer o combinado, em vez de enxugar os textos consensuais, cortaram o texto construído democraticamente e simplesmente colocaram um texto escrito por um de seus militantes no lugar. Repetiu-se esse cenário em quase todos os textos e tópicos do material da chapa. O material foi impresso antes de ser aprovado pelo conjunto da chapa, pois segundo eles poderíamos perder tempo para fazer campanha. Perguntamos aos companheiros, foi por esse motivo que suprimiram os textos com maior consenso e colocaram em sua grande maioria, os textos escritos pelos militantes da ANEL?

O seminário da chapa que servia para atrair pessoas para construir conosco um novo movimento estudantil, pautado principalmente pela base, foi esvaziado, seguiu-se assim também as reuniões a cada dia que se passava. Enquanto isso os militantes da ANEL/PSTU propunham horários de reunião em que só eles poderiam comparecer com poucos militantes independentes. Os companheiros demonstraram que não conseguem ser democráticos e responsáveis. A lógica dos companheiros foi de aparelhar. E se agiram assim durante alguns dias de construção, tudo nos leva a crer que também fariam isso numa possível gestão.

Esses elementos nos levam a acreditar que para os companheiros da ANEL o mais importante não é derrotar o governismo na base e nem garantir um Diretório Acadêmico democrático a serviço da luta dos estudantes. A política desse setor teve como centro a pura e simples disputa de aparato e colocar o DAFAFICH a serviço da construção de um aparato maior, a ANEL. Política que justifica a paralisia e inércia da última gestão do DAFAFICH, que era composta pelos militantes da ANEL. Não concordamos com essa política que prioriza o aparato em detrimento na necessidade dos estudantes.

Por esses motivos, nos juntamos aos militantes independentes das Ciências Sociais, e nos retiramos da Chapa 2 – Ousadia, cientes que continuaremos batalhando nas bases pela construção de uma nova direção politica para os estudantes, no dia-a-dia da sala de aula e nos enfrentamentos cotidianos.


Diogo Henrique Silva
Pedro Otávio Maia Garcia
Everton Luz de Paula Júnior
Danilo Bianchi

29 de Agosto de 2013
Coletivo Vamos à Luta FAFICH

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O que o Movimento Estudantil temia: mais impactos negativos da Política REUNI.

Após quase seis anos da aprovação do REUNI (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão  das universidades), programa este ‘enfiado goela abaixo’ pelo então presidente Lula (PT) às universidades federias e apoiado pela direção majoritária da UNE (PT/PCdoB), presenciamos no último Conselho Universitário (CONSUN) da UFU, mais uma  das consequências reais que esse projeto de reforma universitária trouxe. O REUNI é um programa que precariza ao invés  de  melhorar as universidades públicas brasileiras, como se prometia. O movimento estudantil de fato, à esquerda da direção majoritária da UNE, que desde a aprovação desse projeto já alertava os danos dessa reforma para as universidades (e na ocasião ocupou diversas reitorias contra a adesão nessa reforma, enquanto a majoritária apertava a mão do Lula, parabenizando pelo projeto) vê agora até mesmo os mais conservadores professores tendo que reconhecer que o REUNI não foi tão bom quanto prometia o governo PT/PMDB.
Nesse ano de 2013 vimos os recursos do REUNI chegarem ao fim, cortes de verbas na educação (principalmente para as áreas de assistência estudantil) e mais um corte de orçamento para as aéreas sociais anunciados no ulitmo dia 22 de julho pelo governo. Para além disso, esses novos cursos criados a partir do REUNI não tem ainda a estrutura necessária para existir mas já estão formando turmas. A situação atual que temos na UFU, em relação aos cursos e campi criados pelo REUNI, não é nada diferente das outras universidades. O Restaurante Universitário (RU) que já não suportava o total de estudantes depois do REUNI piorou ainda mais, tendo atualmente filas intermináveis. As bolsas de assistência estudantil não atendem a todos os estudantes que dependem desse auxílio para permanecerem em seus cursos, elevando assim o número de evasão de discentes.
O Campus Patos de Minas, criado pelo REUNI vive uma situação bem mais problemática que os outros campi da UFU: não possui prédio próprio até hoje (passados três anos desde que os cursos foram implementados), com problemas de licitação e da situação do terreno. A estrutura do campus foi levada para o CONSUN a fim de buscar uma solução para que os estudantes de lá possam concluir sua formação com o mínimo de estrutura. A proposta colocada no conselho para solução desse caos foi de suspender a entrada de novos discentes nos cursos deste campus, até que sua estrutura esteja de acordo com a necessidade dos estudantes. Esta proposta dividiu a opinião dos docentes, alguns contra outros a favor, e o questionamento que surge para os professores que são contrários a essa posição é: o receio deles de suspender a entrada até que melhore as condições estruturais do curso, quer dizer que não há uma previsão rápida para a solução dos problemas de Patos de Minas? Até quando esta situação irá perdurar? Essa suspensão deve servir para pressionar a reitoria para que melhore a situação dos campi avançados. Vale lembrar que o grupo que está hoje na reitoria é o mesmo que em 2007 fez uma reunião as escuras, sem a convocação da representação discente, longe do movimento estudantil que lutava contra a aprovação do REUNI na UFU em frente à reitoria e aprovou a adesão da UFU ao REUNI.
Como colocado pelos professores no conselho, os demais campi como Monte Carmelo e Pontal, além dos cursos de Uberlândia criados a partir do REUNI, também sofrem com a precarização em consequência dessa expansão inconsequente implementada nas Universidades Federais. Não devemos esconder as consequências que essa restruturação/precarização das universidades públicas do governo PT/PMDB trouxe para a universidade, os cursos criados pelo REUNI não tem a mínima condição estrutural para a formação com qualidade dos estudantes. O que aconteceu no último CONSUN em relação ao Campus em Patos de Minas não deve ser tratado como normal, temos que questionar o que foi o REUNI e não deixar que seja aprovado o suposto projeto de um REUNI 2.
Somos a favor de uma reforma nas universidades, mas não como ela foi colocada. Defendemos uma reforma na qual a estrutura necessária para a criação de um novo curso ou um novo campus na universidade, venha antes de os mesmos serem criados e não o contrário, como propôs a lógica do REUNI, onde foram criados cursos e campus e só muito tempo depois se começa a pensar na estrutura e na assistência estudantil para os estudantes destes cursos. A conjuntura atual nos mostra que estávamos mais do que certos em 2007 quando ocupamos várias reitorias pelo Brasil contra a aprovação do REUNI, pois já entendíamos que essa não é a lógica que queremos para uma educação pública, gratuita, laica e de qualidade. Repudiamos a posição da direção majoritária da UNE (PT e PCdoB) e desse “novo” Campo popular (PT e Levante Popular da Juventude) que vem surgindo dentro da entidade, de apoio ao REUNI. Devemos analisar criticamente o REUNI e denunciar a precarização das universidades após o REUNI. Denunciar o governo (PT/PMDB) que abandona e sucateia cada vez mais a educação no país.

                                                                           



Vamos à luta, construir a universidade desejada!!

domingo, 16 de junho de 2013

NAS RUAS DE BH ATÉ A TARIFA CAIR!

CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS QUE LUTAM POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA

O país está em luta. As mobilizações ocorridas contra o aumento da passagem em várias capitais ganharam força e conseguiram vitórias, ao derrubar aumentos em Porto Alegre e Goiânia, por exemplo. Esse movimento tem relação direta com os efeitos da crise econômica internacional que tem levado milhares as ruas na Europa. Também reflete a luta dos trabalhadores e da juventude de países do mundo árabe e da Turquia.

O problema da juventude de São Paulo não são 20 centavos, como vários jornais afirmam na tentativa de desqualificar o movimento. Os paulistanos lutam contra a precarização das condições de vida. O mesmo ocorre nas ruas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro.

O ano começou com a inflação na casa dos 6%, alta nos preços de vários itens da cesta básica, aumento das tarifas e colado a isso um reajuste insuficiente do salário mínimo. Isso de deve a política econômica do governo Dilma, privilegia o sistema financeiro e os empresários. Há ainda um pacote de privatizações e ataques aos direitos dos trabalhadores no momento em que fica claro que os bilhões destinados para a Copa só beneficiam os ricos, enquanto isso a crise econômica penetra mais forte em nosso país. Esses fatos estão na raiz da queda de popularidade de Dilma e do desgaste do PT.

A juventude em luta expressa a indignação contra inúmeros escândalos de corrupção e aos esquemas mafiosos dos governantes e demais políticos com os empresários. Também reflete o questionamento a essa falsa democracia onde um fascista preside a comissão de direitos humanos do congresso e um bandido controla o senado.

Enfrenta-se a política de Dilma, dos governadores e prefeitos. Objetivamente questiona-se o modelo de transportes centrado no setor privado, sem qualidade, superlotado e os engarrafamentos quilométricos nas ruas. Hoje o centro das manifestações são as principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro e BH.

Durante a Copa das Confederações tudo o que os governantes não querem é que o povo denuncie seus desmandos. Por isso tratam de criminalizar as lutas e reprimir brutalmente as mobilizações. Em Belo Horizonte as obras da Copa tem representado remoções violentas contra a população pobre e de rua. O governador Antonio Anastasia acionou a justiça para proibir qualquer manifestação durante a Copa das Confederações, criando um estado de exceção comparável a pior época da ditadura militar.

Agora Dilma se soma a essa repressão. Através do Ministro da Justiça, Eduardo Cardoso, utiliza a Policia Federal e a Força de Segurança nacional contra os manifestantes. Isso prova que petistas e tucanos estão do mesmo lado contra a população. Repudiamos a criminalização, sobretudo a que ocorre em São Paulo.


UNIFICAR A LUTA CONTRA OS AUMENTOS E POR TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE! 

 É necessário que as categorias de trabalhadoresse unifiquem em suas demandas especificas com as mobilizações que estão ocorrendo. Incorporando suas pautas de reajuste de salários e melhores condições de trabalho junto à luta contra o reajuste das passagens.

Para triunfar, precisamos que mais e mais setores se incorporem na luta. Por isso devemos coordenar com movimentos sociais como as ocupações urbanas, movimento sindical, partidos de esquerda, dentre outros. Devemos utilizar os calendários do movimento como a jornada nacional de luta contra as obras da copa, as campanhas salariais das categorias, e outros processos.

Esforçaremos-nos para impulsionar e coordenar novos dias nacionais de protestos. Seguiremos nas ruas até a tarifa cair e até que exista uma real discussão sobre o transporte de nossas cidades. Nas ruas é possível vencer!

Exigimos:
- Derrubada dos aumentos!
- Basta de transporte caro, superlotado e com acidentes!
- Passe-livre para estudantes e desempregados. - Fim da repressão, dos processos e prisões! Liberdade aos presos políticos!
- Não a intervenção da Policia Federal e da Força de Segurança Nacional de Dilma e Cardoso!
- Unidade dos que lutam! Por reajuste salarial, melhores condições de trabalho e vida! Contra remoções! Por teto!
- Fim das isenções fiscais e reduções de impostos para essas empresas e o cancelamento das concessões e das Parcerias Público-Privadas. Basta de dinheiro publico para os empresários do transporte!
- Que todas as empresas que se negam a atender o povo de forma eficiente e se neguem a reduzir a tarifa, sejam municipalizadas.

 COLETIVO VAMOS Á LUTA BH – JUVENTUDE INDIGNADA DO PSOL

sábado, 15 de junho de 2013

FOTOS: 8 MIL OCUPAM AS RUAS DE BH NO 1o ATO CONTRA O AUMENTO DAS PASSAGENS

A JUVENTUDE CONTINUARÁ NAS RUAS ATÉ A TARIFA CAIR!
VIVA A NACIONALIZAÇÃO DA LUTA CONTRA O AUMENTO DAS PASSAGENS!



























* FOTOS RETIRADAS DA INTERNET E DAS REDES SOCIAIS.